Sling em todo lugar
A Letícia além de ser uma amiga daquelas que você conhece na internet, simpatiza e dali uns tempos vai conhecer e posar na casa dela que fica bem longe da sua (hehe). É a pessoa que gravou e editou os vídeos do nosso manual que está quase pronto! (Os vídeos já estão no nosso canal do You Tube: http://youtube.com/slinguru). E acima de tudo é uma mãe slingueira.
Ela tinha uma festa para ir e encomendou um sling em tafetá na cor do vestido dela, e eu ainda fiz ele em duas cores, porque ficaria mais bonito. Isso foi surpresa
.
Ela me enviou um video hoje, quero que assistam e vejam a tranquilidade do Thiago no meio da festa DORMINDO enquanto a mãe dele ainda curtia muito!
Até mais!
Sling em mais um desenho
Dessa vez fui avisada pela Luciana, mamãe da linda Daniela que um desenho da Barbie a sereia usava sling. Ela me passou o link e aqui está o print das imagens:
Eu amo quando desenhos, filmes, (quem sabe um dia novelas?), incentivam o uso do sling!
Até mais!!!
Recall de Carregadores de bebês nos EUA
Temos acompanhado várias notícias sobre o recall que alguns carregadores sofreram nos EUA. Quero deixar bem claro que esses carregadores nada tem a ver com os slings que fabricamos. Eles são daquele modelo igual ao da Claudia Leitte que inclusive tem um artigo aqui no blog sobre ele.
Como bem antes da notícia chegar aqui no Brasil eu já estava a par do recall, eu postei no blog Sling Seguro sobre isso. Segue o artigo:
Atenção! Mais sobre segurança!
março 15, 2010 por Marilia Mercer
Nos Estados Unidos circulou algumas notícias sobre mortes decorrentes ao uso de slings.
Na verdade foram mortes que ocorreram no uso dos “baby bags” mais conhecidos aqui no Brasil como “o sling da Claudia Leitte”. Sempre batíamos na tecla de que esse tipo de carregador não poderia ser considerado um sling, já que não permite o ajuste e a segurança que um sling de verdade proporciona. Mas muitos pais levados pela falsa segurança que um produto “hi tech” proporciona, acabam optando por esses “baby bags”.
Traduzi um artigo do site http://www.sleepingbaby.net que fala sobre essas notícias e deixa bem claro o porquê esses carregadores não são seguros. Segue o artigo:
Meu sling é seguro? – ou – Nem todos os carregadores são iguais!
Se você acompanhou os noticiários dos Estados Unidos por esses dias, sem dúvidas você viu muitas histórias sensacionalistas sobre so sling ser perigoso ou até mesmo mortal. Infelizmente existem carregadores de bebês que não são seguros, mas os meios de comunicação raramente são esclarecidos sobre as diferença entre os carregadores, então tudo fica focado em uma categoria “Oh meu Deus! Vai matar meu bebê!”. Bem, nós fabricamos slings desde 2000, e parte da comunidade de babywearing desde 2001, então estão aqui as coisas que aprendi.
O que faz um sling ser seguro?
Qualquer sling deve segurar seu bebê da mesma maneira que você seguraria em seus braços (os carregadores que usamos nas costas são uma exceção, a não ser que você tenha braços realmente flexíveis). Por exemplo, o sling de argola é geralmente usado com o bebê na vertical com a barriga contra o seu peito (posição barriga com barriga), da mesma maneira que você o carrega no colo, ou com o bebê numa posição diagonal ao seu corpo semelhante a que você usa para amamentár ou deitar ele no colo. As mesmas posições são as preferidas nos carregadores, wrap, meitai e pouch. Você sempre deve ser capaz de ver a cabeça e o rostinho do bebê sem ter que abrir o sling para isso, e ele deve sempre ser capaz de respirar livremente e com facilidade, com o pescoço reto e cabeça em posição neutra (não encostando o queixo no peito). Mais uma vez, essas posições embora necessitem de alguma prática , são possíveis em qualquer sling que seja seguro.
O que você não deve fazer é carregar o bebê numa posição horizontal contra o seu quadril ou esmagado embaixo dos seus seios, mas é o que alguns carregadores forçam a fazer. Eles podem ter uma abertura com elástico, uma secção triangular e uma base rígida. As vezes para criar uma falsa seguranças ele vem com cintos para manter o bebê na posição correta. Esses carregadores são conhecidos como “Baby Bags” ou “Sling Bags” e apresentam diversas falhas no seu projeto.
- Primeiro, cortaram o acesso visual ao bebê com as laterais elásticas. É impossível ver o rosto do bebê a não ser que você segure as laterais abertas. Por ser assim fechado pode acumular dióxido de carbono no seu interior, reduzindo o consumo de oxigênio do bebê.
- Em segundo lugar a base rígida não permite que o tecido molde de acordo com o corpinho do bebê e cria o perigo real do bebê “rolar” para o lado. Isso pode ser perigoso se o bebê rolar para o lado do corpo de quem o carrega, ainda que o carregador tenha uma “malha respirável” cria um risco de sufocamento.
- Terceiro, o formato curvo da bolsa força o recém nascido a ficar com o queixo encostado no peito. No recém nascido a via aérea é muito estreita – mais ou menos do diâmetro de um canudo – e se o queixo fica encostado no peito isso pode comprimir a via aérea reduzindo ou até mesmo interrompendo o fluxo de ar. Isso se chama “asfixia posicional” e ocorre em qualquer dispositivo usado com o bebê que empurre a cabeça para frente como bebês conforto, carrinhos, assentos de carro infantis, carrinhos que ficam na posição vertical que não são para recém nascidos e balanços.
- Em quarto lugar, o cinto de segurança que vem em alguns desses carregadores cria uma falsa segurança, pois bloqueia o bebê em uma posição desconfortável, instável e leva a pessoa que está carregando a acreditar que o bebê está seguro embola ele não possa ser visto.
- Em quinto lugar, a grande maioria desses carregadores afirmam ser de tamanho único e que veste bem em todos, mas eles são muito grandes para uma mulher de tamanho médio vestir, e mesmo quando bem ajustado o bebê fica no nível do quadril enterrado no tecido.
- Sexto e menos importante para o bebê, o ajuste limitado e a faixa muitas vezes estreita provoca desconforto para quem usa.
Alguns modelos de “baby bags”:
Para avaliar a segurança do seu sling tenha isso em mente:
- Você deve ser capaz de enxergar o rosto do seu bebê e verificar ele com facilidade sem ter que ficar abrindo o tecido.
- O carregador deve imitar a maneira como você carrega o bebê nos seus braços, se não deve pelo menos manter o bebê numa posição que deixe sua via aéra aberta.
- Deve ser fácil de conseguir deixar o bebê em uma posição segura sem ter que ficar tirando para ajustar fivelas ou outros dispositivos do tipo.
- O carregador deve caber bem no seu corpo e manter o bebê alto a apertado contra o seu peito, não em baixo nos seus quadris.
Então, seu sling é seguro? Se ele se encaixa nos critérios acima e você está seguindo as instruções que vieram com ele, ele deve ser. Por mais bem feito que seja o sling ele não será seguro se você não estiver familiarizado para usá-lo com segurança. O mais simples pedaço de pano pode ser o mais seguro se usado corretamente (os carregadores mais elaborados como os “baby bags” são os menos seguros). Infelizmente as grandes empresas que fabricam esses “baby bags” não tem reconhecido o perigo que eles estão criando, apesar de terem sido notificados em 2006 que asfixia posicional e sufocamento foram uma preocupação (veja em: http://babyslingsafety.blogspot.com o trabalho de M´liss Stelzer uma enfermeira que realizou alguns testes informais com as principais marcas de “baby bags”). Três mortes foram agora conhecidas por terem ocorrido nesse tipo de carregador, uma família está abrindo um processo. O CPSC vai emitir um aviso, porém ainda não houve um recall o que ao meu ver é deplorável.
Mais informações podem ser encontradas em (todos os sites em inglês):
- http://babywearinginternational.org/pages/safety.php
- http://babyslingsafety.blogspot.com
- http://parentsvillage.blogspot.com/2009/10/safe-positioning-in-slings.html
- http://sakurabloombabyslings.wordpress.com/2010/03/10/educate-yourself-proper-infant-positioning-in-a-baby-sling/
- http://www.nurturebabynaturally.com/2010/03/what-is-bag-sling.html
- http://www.undercovermother.net/2010/03/babywearing-real-deal-on-safety.html
- http://www.facebook.com/BabywearingSafety?ref=ts
- http://www.thebabywearer.com/articles/HowTo/Positioning.pdf
- http://poebaby.blogspot.com/2010/03/what-you-need-to-know-about-your.html
- http://blogs.consumerreports.org/safety/2009/10/baby-deaths-raise-concerns-about-infantino-slings.html
Por fim a segurança do seu bebê é sua responsabilidade, mas se você está começando com um carregador inseguro isso obviamente terá impacto no seu sucesso. Se você tiver qualquer dúvida quanto a segurança do seu carregador entre em contato com o fabricante ou com algum grupo de babywearing perto de você. A advertência da CPSC discute o bom posicionamento do bebê no carregador, embora não distigua entre os estilos de slings, é importente notar que é praticamente impossível carregar um recém nascido numa posição segura usando um “baby bag”.
Fiz até um cartão de visitar que você pode imprimir para ajudar aqueles que não conhecem sobre os diferentes tipos de carregadores se informarem a respeito, se você quiser pode imprimir e levar com você (em inglês). Clique aqui.
O texto é da Jan e foi extraído e traduzido da página: http://www.sleepingbaby.net/safety.php
Tradução: Marilia Mercer
NOTA: O CPSC é como o PROCOM dos Estados Unidos (U.S. Consumer Product Safety Commission)
Até mais!
Sling e Adoção
Um dos primeiros sling que eu vendi foi para uma mãe adotiva. A história de como eu cheguei até ela é no mínimo curiosa, mas não é esse o caso.
Recentemente eu perguntei a ela o que ela achou da experiência de usar o sling com o baby e ela respondeu:
“A experiência com o sling foi maravilhosa, graças a ele eu tenho fotos para mandar pra escola do Davi quando pedem “fotos na barriga”, hahahaha. Davi sempre amou. Estou pra tentar agora, com ele grandão (11 quilos quase!), vamos ver…” (Paula Abreu, mãe do Davi)
E a Dida traduziu um texto muito bom sobre sling e adoção que achei interessante postar aqui também.
Do Prazer e da Paz
O bebê cria um vínculo com seus pais através do tato, o primeiro sentido que chega à sua maturidade no útero de sua mãe, e também através da visão e dos demais sentidos. Observemos agora algumas situações que ilustram perfeitamente a riqueza que nos é oferecida ao carregar os bebês, além de suas vantagens práticas.
Porta-bebês e Adoção
No momento de uma adoção, ser carregado corpo-a-corpo constitui para o bebê e seus pais a ocasião de criar os vínculos fundamentais para o futuro de sua relação, de descobrir em si mesmos o instinto materno ou paterno e liberar ocitocina, a harmonia do amor. Mas no Ocidente, a relação mãe-filho não simboliza o porta-bebês. Pelo contrário, se acompanha de uma enorme quantidade de instrumentos de puericultura com, sua cabeça, o imponente, o majestoso, o maravilhoso carrinho. Seus lugar é tão importantes nas pesquisas européias que poucas pessoas podem conceber esta relação parental sem a correspondente panóplia, a coleção de acessórios. E no entanto, estes acessórios provocam e mantem a separação de forma assintomática. A longo prazo, é fundamental que o bebê e os pais estejam unidos com um forte vínculo. É necessário incentivar à qualquer custo esta esta relação vital. Uma das primeiras formas de consegui-lo é a proximidade pais-filhos. Vidal Starr Clay se interessou pelas relações táteis mãe-filho nos Estados Unidos: “A questão é saber se a quantidade e as formas de estimulação tátil e de contatos que as mães americanas oferecem a seus bebês e a seus filhos maiores correspondem com suas necessidades fisiológicas e emocionais”. “Devemos responder negativamente…” Clay constatou em várias ocasiões que o contato físico entre a mãe e os filhos de pouca idade (antes de adquirir a fala) revelam a miúdo a necessidade de dar cuidados e uma educação, mais que simplesmente expressar amor e afeição. As práticas impessoais de educação dos filhos que durante muito tempo estavam na moda nos Estados Unidos implicam em uma ruptura precoce dos vínculos mãe-filho e a separação da mãe e do filho por mamadeiras, roupas, mantas, carrinhos, berços e outros objetos materiais”.
Qualquer que seja o nascimento e a história de uma criança, não é suficiente manter um modo distante para que se tenham laços mais íntimos. O tipo de relação é determinante para o vínculo em formação. O contato em movimento e as numerosas sensações que lhe permitem realizar intercambios favorecem a relação, a cura, o alívio das tensóes ligadas tanto à história do bebê quanto à dos pais inférteis. Levar em um porta-bebês é uma prática que favorece os vínculos pai-filho e o apego do bebê pelas pessoas que o amam e as que ele ama, melhor do que com objetos à sua volta.
A colaboração de uma organização belga de ajuda à adoção nos têm capacitado à avaliar de certa maneira a importância do moisés ou do carrinho para os novos pais. Depois de terem sido privados da gravidez, após o reencontro com o bebê, começam a utilizar o carrinho, símbolo da expressão da maternidade fincada no Ocidente há um século. Em vista do reencontro com seu filho adotado, os pais invertem, pois, é um incrível carrinho. Este bebê não tem o corpo de um recém-nascido, se alimenta de sólidos e brinca de forma autônoma. Aprendeu a não pedir demais o contato.

Eugénie foi carregada por sua mãe biológica na capulana africana e agora ela desfruta o babywearing carregando o seu irmão Bernat.
Geneviève, responsável por esta organização, e mãe adotiva, orienta aos pais a cuidar de seus filhos de um ano ou mais como se fossem recém-nascidos, a levá-los sobre a barriga favorecendo o apego. Lhes sugere permitir a eles mesmos e a seus pequenos uma “gestação reparadora” por meio de um sling resistente e envolvente: o wrap. Carregar seus filhos pode permitir-lhesconhecer verdadeiramente, ancorar este novo amor em seus respectivos corpos (a associação pele-a-pele dá ferramentas para aprender a carregar) (1). O bebê rejeitará, talvez, em um primeiro momento a rpoteger-se de forma aconchegante no corpo do portador e conseguir isso pode levar um tempo.
Mas o reencontro é possível. Geneviève nos dá dicas sobre o papel de carregar o bebê no processo de adoção: “O essencial de carregar o bebê que devemos destacar no momento da adoção é a criação de vínculos. [...] Muitos pais subestimam a primitiva ferida do filho adotado. Se existe adoção, existe abandono. Separado de sua mãe biológica, depois nas instituições onde podem encontrar a força pra sobreviver, a criança tem um grande sofrimento, está desarmado e profundamente magoado. A mudança deve ser segura, e para isso devemos dar-lhe o suporte necessário. É essencial tempo, amor e sobre tudo, muita paciência.

Às vezes é muito difícil para os pais viver os primeiros dias, ou meses, com um filho adotado. Uma filiação por adoção não é uma filiação biológica. Os pais estão muitas vezes em condições difíceis, longe de tudo, longe deles, em um ambiente raramente bom para a acolhida de um bebê. Em três minutos, colocamos uma criança em seus braços, e a criança geralmente não está em ótimas condições de higiêne, comparadas às nossas (cheiro, piolhos, doenças de pele), às vezes estão também doentes [...] Uma criança adotada tem necessidade de voltar, de retroceder para consolidar novamente seus alicerces. Tem a necessidade de reviver com seus pais adotivos as etapas perdidas. Necessita sentir novamente o calor e a intimidade para descobrir um estado de bem-estar. Estes gestos de maternidade e paternidade são os gestos construtores que estimulam as partes mais instintivas e primitivas do cérebro. Está provado que responder à estas necessidades acalmará as feridas. Carregar a criança permitirá à ele sentir-se confiante em uma maternidade primária e favorecerá o contato visual, o olhar é essencial na construção do binômio (mãe-filho/pai-fiho).
Às vezes é difícil para alguns pais começarem a carregar seus filhos. A adoção chega pouco depois de muitos fracassos e lutas dolorosos. “As mães não confiam em si mesmas, têm o desejo de se misturarem à “massa”, e, como todas, sonham com o carrinho que finalmente poderão utilizar.”
Geneviève me ensinou que estas crianças têm antes de tudo a necessidade de serem levados envoltos, de frente para seus pais, como recém-nascidos, ainda que tenham um ou dois anos e que possam andar por si mesmos no momento de encontro, a fim de que nasça o laço (vínculo) que dá gosto à vida destas crianças sem raízes.
O apego pode nascer no olhar que o pai coloca sobre seu filho, independente da criança. Este olhar forma parte das necessidades essenciais no desenvolver da criança: a necessidade de se olharem, através do olhar de seus pais.
Vejo aqui um vínculo com o trabalho de Édith Thoueille. Puericultora do Instituto de Puericultura de Paris, ensina à mães com deficiência visual grave a dar uma olhar sobre seus filhos. Sim, elas não podem vê-los, eles sim, têm a felicidade de ver sua mãe olhá-los. Elas aprendem a girar seu rosto, fazendo seus filhos seguir, sendo seu espelho.
(1)na Espanha, Red Canguro organiza palestras deste tipo.
Traduzido do site da Red Canguro por: Andreza Espi.
Traducido del original en inglés por Red Canguro.
Acerca de Red Canguro:
La Red Canguro, Asociación Española por el Fomento del Uso de Portabebés, es una asociación sin ánimo de lucro que se estableció en noviembre de 2008 con los fines de fomentar el uso de portabebés entre madres y padres y cualquier persona interesada, difundir información relacionada, servir de contacto y apoyo a personas que deseen iniciarse en el mundo de los portabebés, alentar el encuentro e intercambio de información y experiencias entre personas usuarias de los mismos, aumentar el nivel de conocimientos sobre el porteo de bebés en castellano y fomentar y difundir la crianza con apego. Para más información sobre estos temas, visita: http://www.redcanguro.org
Tecnologia X Toque
Um trechinho do livro: “The Attachment Parenting Book” do Dr Willian Sears:
MAIS TOQUE, MENOS COISAS
(…)
O mercado de coisas para bebês é grande, e os pais q desejam sempre o melhor para os seu filhos, sempre estão prontos a abrir o talão de cheques ou entregar o cartão de crédito.
Aqui vai nosso conselho sobre equipamentos para bebês, materiais de estimulação infantil, e todas as coisas que enchem as prateleiras das lojas infantis por aí: escolha o HIGH TOUCH (muito toque) ao invés do HIGH TECH (muita tecnologia).
O melhor brinquedo de todos para um bebê é outro ser humano. Invista num sling para bebês, ou mesmo em dois: um para a mamãe, e outro para o papai.
(…)
Então, deixe seu bebê enriquecer suas experiências a partir da paisagem em constante mudança, que ele vê enquanto você o carrega nos seus braços.
São os relacionamentos, e não as coisas, que desenvolvem a inteligência do seu bebê.”
Como fazer o bebê parar de chorar?
Vocês conhecem o Dr. Karp?
Não? Pois todos os papais e mamães deveriam conhecer!
Vejam os vídeos abaixo e depois digam se não concordam comigo!
Até mais!!!
Homenagem as nossas clientes queridas!
Até mais!
Bebês com cólicas, como lidar?
Como pais estamos acostumados a ouvir o choro do nosso bebê.
Mas pais de bebês que tem cólicas ouvem o bebê chorar muito. É bem frustante ter um bebê feliz e saudável que chora o tempo todo. Se você precisa de ajuda rápida para acabar com o choro do seu bebê, aqui vão algumas técnicas que você pode usar para acalmar seu bebê.
Ruídos Brancos
Especialistas do ” White Noise MP3 Download” como o Dr. Harvey Karp, autor do livro “O Bebê Mais Feliz do Pedaço”, concordam que os ruídos brancos podem ser muito benéficos para parar o choro incessante do bebê. Se seu bebê anda sofrendo com cólicas, colocar algum ruído branco gravado para ele ouvir, de um aspirador de pó, ou de um secador de cabelos vai fazer com que seu bebê lembre do som que ouvia dentro do útero. Porque o tempo que ele passou dentro da sua barriga, o utero era lugar feliz e confortável , ele geralmente se aquieta instantaneamente ao ouvir o ruído branco e lembrar desse tempo tão gostoso. Você pode encontrar esses ruídos em MP3 para baixar na internet. Muitos são gratuitos para experimentar. Mas se você não conseguir fazer o download agora, você pode tentar com alguns eletrodomésticos abaixo que são conhecidos por operarem maravilhas:
* Lavadora de louças
* Lavadora de roupas
* Ventilador
* Rádio fora do ar
* Aspirador
* ou Secador de Cabelos
Se nenhum desses funcionar, não fique ligando os aparelhos a cada vez que seu bebê chorar! Você vai precisar usar seus aparelhos. E mais, voce deve ser capaz de controlar quão alto e por quanto tempo seu bebê deve escutar o barulho. A solução mais sábia é encontrar ou gravar um CD ou MP3 com os sons preferidos ou encontrar um MP3 para fazer o download na internet.
Movimento
Bebês com cólicas parecem gostar da sensação de movimento. Enquanto eles estavam no utero a mãe estava se movimentando a maior parte do dia. Os empurrões que sentiam eram um conforto para eles. Porque você acha que os bebês amam tanto ser embalados? Para um bebê com cólicas isso é ainda mais real. Para aliviar o choro rapidamente você deve fazer o melhor para recriar as condições que seu bebê sentia dentro do utero. Então movimentem-se. Algumas otimas maneiras de fazer isso estão listadas abaixo:
* ponha o bebê em uma cadeirinha de balanço para bebês
* use um carregador de bebê (sling)
* de uma volta com o bebê de carrinho
* leve ele para dar uma volta de carro
Enbrulhar o bebê (Charutinho)
Você já notou que na maternindade, seu bebê é levado a você enrolado como um charutinho? Isso se chama embrulhar o bebê e os bebês que tem cólicas adoram ser embrulhados. A restrição de movimentos, a sensação de aperto, novamente, lembra de como ele se sentia dentro do utero. Voce percebe um padrão aqui? Quanto mais lembramos o bebê de como ele se sentia dentro do útero, mais calmo ele fica. Você pode aprender facilmente como embrulhar o bebê e incorporar isso a sua rotina diária.
Retirado do link: http://www.babyformulafeed.com/colic-babies-what-you-can-do-fast-to-stop-baby-colic-crying/
Tradução: Marilia Mercer
Aqui vai a maneira correta de embrulhar o bebê como um charutinho:
E aqui um link para baixar os ruídos brancos (só preencher nome e email):
http://www.colic-baby-bootcamp.com/newsletter.php
E aqui um video de um bebê sendo acalmado:
Até mais!








